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Savane des esclaves

Centre des découvertes et des sciences

Patrimonio e Cultura

A sua história despertará romance no seu coração. Ao velejar até a Martinica em 1502, Colombo imediatamente se apaixonou pela ilha, declarando, “Esta é a mais linda, mais fértil, mais doce, mais calma, mais charmosa ilha do mundo”. Ele não foi o único a ficar encantado pela Martinica. Residência da Imperatriz Josefina, o Imperador Napoleão Bonaparte rendeu seu coração à linda Marie-Joséphe Rose Tascher de la Pagerie, uma Martinicana com quem ele se casou em 1796. Visite o Museu La Pagerie, e leia as cartas de Napoleão a Josefina, e descubra por que a Martinica é uma ilha onde o amor e o romance continuam a florecer.

Os apaixonados por arquitetura poderão apreciar a mistura eclética da pintura Creoula das nossas casas existentes em mais de 50 belas fazendas na ilha, algumas das quais são abertas ao público. Combinando com os prédios de estilo francês, o Palais de Justice, a Catedral de St. Louis, contruída em 1895, e a Biblioteca Schoelcher, desenhada pelo arquiteto Henry Pick e enviada por navio e reconstruída peça por peça em 1893 no Fort-de-France, a arquitetura da Martinica soltará a sua imaginação. Para aprender mais sobre a nossa história, dê uma olhada no Le Fort Saint-Louis, forte construído em 1640, ou visite um dos nossos muitos museus.

O Musée Departmental Archeologie Precolombienne et de Prehistoire (Museu Arqueológico Pré-colombiano e Pré-histórico) tem uma facinante coleção de mais de 1.000 peças arqueológicas escavadas que realçam a história da Martinica do período entre 2000 AC e 1660 DC. Aproveite também para ver um pouco da história dos escravos na La Savane des Esclaves, réplica de uma vila escrava. Introduzida em 1642. A França finalmente aboliu a escravidão em 1848. Faça um tour pelo Le Musée de la Banane, uma fazenda de bananas que ainda funciona, e onde você pode aprender sobre as 1000 espécies de bananas, dentre das 300 sao comestíveis incluindo bananas para decoração.

Savane des esclaves

Não deixe de experimentar as delicias desse museu durante seu percurso, e tampouco deixe de visitar o Musee du Café et du Cacao para aprender sobre a história do café e do cacau. Visite também o Musée Volcanologique na cidade histórica de Saint-Pierre, que é carinhosamente chamada de “pequena Pompeii” devido à erupção do Monte Pelée em 1902, que matou seus 30.000 habitantes e destruiu o que um dia foi considerada a “pequena Paris do Caribe”, e descubra por perto o Centre de Découverte des Sciences et de la Terre (Centro do Descobrimento das Ciencias e da Terra).

Saint-Pierre

A Martinica é perfeita para visitar em qualquer época do ano, pois sempre temos festivais e eventos divertidos durante o ano, começando com o Carnaval tradicional, o festival mais importante do ano quando, a ilha inteira se engaja nas festividades e nas elaboradas preparações. A ilha celebra durante quatro dias com bandas, música, trajes exoticamente coloridos, desfiles com as Rainhas do Carnaval nos carros alegóricos. As festas, cada dia com um tema, farão com que você dance nas ruas junto com os Martinicanos. Diferente de outros lugares que terminam de celebrar o Carnaval na terça-feira, na Martinica o Carnaval termina com uma celebração final na Quarta-Feira de Cinzas.

Carnaval Martinica

Ouça a “zouk”, a música típica da ilha, que fará com que você balance suavemente com o ritmo, assim como os coqueiros balançam nas brisas tropicais, o “bèlè”, herdada da África que fará com que você dance ao som irresistível dos tambores, ou escute tambem jazz, reggae, salsa, e concertos de música clássica. Quando se fala de música, a Martinica tem de tudo.

 

Férias em Martinica
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Savane des esclaves

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